Salamandra Dourada – Como nasce um documentário de natureza?

O documentário “Salamandra Dourada – Como nasce um documentário na Natureza?”,  é uma viagem ao universo discreto de uma das espécies mais singulares da fauna portuguesa. A sessão incluiu uma conversa com o realizador Daniel Santos, que apresentou ao público não só o filme, mas também o processo que esteve na sua origem.

Biólogo e fotógrafo de natureza, Daniel Santos construiu este projeto a partir de um fascínio antigo pela salamandra-lusitânica (Chioglossa lusitanica), uma espécie endémica da Península Ibérica e classificada como vulnerável em Portugal.

“A salamandra-lusitânica é uma espécie que sempre me fascinou”, explica, sublinhando que o interesse nasceu tanto da sua biologia como do facto de se tratar de uma espécie ameaçada e pouco conhecida. O trabalho começou de forma independente, com registos fotográficos realizados sem apoio institucional, mas a dificuldade em conciliar o projeto com outras atividades levou o autor a procurar financiamento. “No final de 2023, decidi apresentar uma proposta ao Parque das Serras do Porto, que acolheu muito bem a ideia e acabou por financiar o projeto”, refere.

Dessa colaboração resultaram não só o documentário, mas também um livro fotográfico dedicado à espécie. Ao longo de cerca de um ano e meio, o realizador acompanhou de perto o ciclo de vida da salamandra-lusitânica, captando imagens em condições exigentes, muitas vezes em ambientes escuros e húmidos.

Descrição

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O documentário “Salamandra Dourada – Como nasce um documentário na Natureza?”,  é uma viagem ao universo discreto de uma das espécies mais singulares da fauna portuguesa. A sessão incluiu uma conversa com o realizador Daniel Santos, que apresentou ao público não só o filme, mas também o processo que esteve na sua origem.

Biólogo e fotógrafo de natureza, Daniel Santos construiu este projeto a partir de um fascínio antigo pela salamandra-lusitânica (Chioglossa lusitanica), uma espécie endémica da Península Ibérica e classificada como vulnerável em Portugal.

“A salamandra-lusitânica é uma espécie que sempre me fascinou”, explica, sublinhando que o interesse nasceu tanto da sua biologia como do facto de se tratar de uma espécie ameaçada e pouco conhecida. O trabalho começou de forma independente, com registos fotográficos realizados sem apoio institucional, mas a dificuldade em conciliar o projeto com outras atividades levou o autor a procurar financiamento. “No final de 2023, decidi apresentar uma proposta ao Parque das Serras do Porto, que acolheu muito bem a ideia e acabou por financiar o projeto”, refere.

Dessa colaboração resultaram não só o documentário, mas também um livro fotográfico dedicado à espécie. Ao longo de cerca de um ano e meio, o realizador acompanhou de perto o ciclo de vida da salamandra-lusitânica, captando imagens em condições exigentes, muitas vezes em ambientes escuros e húmidos.

18 ABR
  • clock icon 14.30h
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